quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Os Blogs como ferramenta na educação
Postei este vídeo aqui, pois achei interessante saber que nós estamos sendo alguns dos primeiros a utilizar este tipo de tecnologia que parece estar sendo bem estudada pelos educadores
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Possibilidades com a Biometria
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Universidade mineira usa biometria para monitorar freqüência de alunos
Implantados há cerca de dois anos, os três sistemas (dois deles desenvolvidos pela própria universidade) servem ainda para controle de acesso de professores e controle de ponto de funcionários da segurança. De 15 em 15 minutos, os responsáveis pelo monitoramento da instituição registram suas digitais no ponto do local em que trabalham.
O leitor biométrico utilizado é o FingerScan, que lê impressões digitais em questão de dois ou três segundos. No caso dos sistemas desenvolvidos internamente, a universidade só teve o custo de alocação dos funcionários nas tarefas e do equipamento utilizado. Já no sistema comprado da empresa BioAcess, a Unifenas gastou cerca de R$ 2 mil por ponto.
O professor Edson Antônio Velano, também reitor da Unifenas, avalia positivamente o uso do sistema, mas admite que há quem discorde de tamanha vigilância. "Os sistemas de freqüência dos alunos não tiveram boa aceitação devido ao forte controle."
fonte:http://www.universia.com.br/html/noticia/noticia_clipping_dfgbc.html
O RFID vai etiquetar o mundo
A solução é descendente da tecnologia dos transponders que foram utilizados pelos ingleses na 2ª Guerra Mundial. O transponder ainda é usado e funciona recebendo e transmitindo sinais quando uma “pergunta”, em forma de pulso eletrônico, é feita. Quando foi utilizado na 2ª Guerra, ele identificava os aviões da Royal Air Force (RAF – Força Aérea Real). Assim, quando uma aeronave surgia no radar e não “respondia” com seu transponder, ela era identificada como inimiga e abatida.
O RFID pode ser visto como um transponder muito mais barato e simples e que por isso pode ser usado para identificar praticamente qualquer coisa. Como um CPF ou RG, a parte de identificação do RFID é composta por um conjunto de números. Cada chip tem um código eletrônico de produto que é único (também conhecido como EPC – Electronic Product Code) e que pode ser consultado por meio de antenas de radiofreqüência. Ou seja, quando a etiqueta é colada em uma lata de refrigerante, uma televisão, um cachorro ou uma pessoa, a etiqueta, ou tag, transmite a informação para antenas com freqüência compatível e essas antenas ativam o chip, eletronicamente, identificando o produto.
Confira a reportagem na íntegra na UOL
Desleixo com os novos equipamentos que chegam no Campus

Felizmente a Ufs está se preparando para corrigir este problema. Irá transformar a garagem da Divisão de Trânsito da UFS em um novo depósito para guardar estes equipamentos. Além disso instalou recentemente câmeras de segurança dentro do DRM para evitar furtos equipamentos.
PROQUALI 2008 - O que foi investido?
Lista de Equipamentos adquiridos através do PROQUALI 2008/UFS
Pode parecer muito numa primeira visão, mais se analizarmos melhor e compararmos com a realidade da nossa universidade, veremos que muito pouco. Existem muitos laboratórios de Informática dedicados a ensino e pesquisa na UFS hj que possuem equipamentos completamente desatualizados. Alguns laboratórios possuem Office 97 com Windows 95.

Tomemos como exemplo o que foi gasto com a compra do novo ônibus da universidade, bonito, moderno e confortável, cerca de 500 mil reais, e que não era algo de primeira necessidade para a universidade no momento. Será que estes 500 mil reais (valor próximo ao que foi gasto pela UFS em Informática neste ano ) não seria melhor investido na reforma e atualização de muito destes laboratórios sucateados?
Guia prático do Wiki
Guia dos Utilizadores do WIKI
Aplicação da RFID em bibliotecas
Banco do Brasil adota RFID no inventário
O Banco do Brasil está começando a usar etiquetas inteligentes para faciltiar o inventário de bens.
A solução, baseada na tecnologia RFID (Radio Frequency Identification), deverá estar implantada até o final de outubro, a princípio na área de TI. Segundo o gerente-geral de TI José Francisco Alvarez Raya, esse ambiente é o mais complexo do banco, em termos de controle de ativos.
“São dez mil elementos, como micros, servidores, storage, roteadores, racks e até placas de rede”, afirma Raya. “Eles precisam ser conferidos um a um, porque é comum a troca ou movimentação de equipamentos nessa área”.
Realizado manualmente, esse trabalho levava dois meses e ocupava de três a quatro funcionários. Com as etiquetas inteligentes, que estão sendo afixadas em cada placa, computador ou outro equipamento, o inventário será automático – e instantâneo.
Quatro antenas leitoras RFID, instaladas nos acessos ao CPD, captam as informações gravadas no chip (basicamente o código de identificação do bem) e enviam para dois servidores dedicados a essa aplicação – que está sendo integrada ao sistema de inventário do Banco do Brasil. “Assim teremos registrado tudo sobre o equipamento: se foi para manutenção, quanto tempo ficou fora e quando voltou”, diz Raya.
A intenção é, no futuro, expandir o uso da tecnologia RFID para o inventário de bens em outras áreas do banco.